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27.3.04

Baixar (demais) o nível. 

Alto nível.


Baixa-se o nível.

Até ao nazi.
"Andam todos na pré-primária ou são deficientes mentais?"
La Vache

26.3.04

O que nos fazem as mulheres! 

The First Commandment
"You must not have other gods." the Bible

"That is, I must be your only God.
Question:
What does this saying mean?
How should we understand it?
What does it mean to have a god?
What is God?" Martin Luther

Quero lá saber do Deus,
"I have a dream..." Martin luther - depois de casar com a senhora king!
La Vache

23.3.04

... 

Há uma rapariga. Outra rapariga.

Há uma rapariga que, dada a minha evidente incapacidade para descrições pormenorizadas, veste uma camisola cor-de-laranja. Uma camisola como as outras. Laranja como outras. A isto acrescente-se uma alça negra e um ombro incompleto revelados pela gola larga da camisola laranja. Só isto.

Há uma rapariga, que é só mais uma, que substitui outra que foi mais uma, e agora menos uma, uma que não lembro quem, uma que esqueci. Aconteceu, não aconteceu, desapareceu. Não escolhi esquecer. Voláteis, as mulheres e as memórias.

...

NY_day1_IMPREssões 

Corrosão, Ferro +Ferro
Densidade e Abandono
Luz, Luz + Luz
Formigas e Formigueiros
A hora de ponta!
Surpreeendente, surpreendente foi a descoberta de que as torneiras que abrem ao contrário...
m'A
SPOT of the DAY: the Brooklyn proménade

22.3.04

Isto sim, é sexo!!!! 

Finalmente vou perder a virgindade.
Depois de inúmeras viagens, passeios e vidas passadas pelo extenso(mas curto) território europeu, depois de ‘checkado’ todo o perímetro mediterrânico e posta que está a descoberta e parcial dissecação do mundo ortodoxo e árabe; amanhã, como quem muda de fraldas, mudo-me por curto período de tempo para a Bigue Épal.
Não consigo regrar o entusiasmo, muito menos disfarçar o orgasmo.
Desta é que é.
E que sejam de vez,
Os três.
m'A

LUX, 18 de Março, 5ªfeira, 03:00 

Dia e hora de romaria ao local habitual.
Uma noite, como tantas, de perdição nocturna.
Uma incompreensível atracção ao desnorte da existência.
Adoro.

Nesta 5ªfeira, uma surpresa agradável:
Os Nus andavam por lá.
Por A + B, reconhecemo-nos e apercebemo-nos que já nos conhecíamos.
Eles conheciam o 'MÁ', eu conhecia a NUDA (ganham eles...)
a dança amainou, os copos idem idem. e ficámos em Blá blá blá até às tantas.
um misto agridoce de Orgulho e de Inveja invade-me
um fluxo interminável de coisas para contar fica adiado para outras felizes coincidências
entretanto, e porque deve ser dito, o que ficou por dizer;
à Marta, à Joana, ao Pedro e à Inês,
um Abraço Grande. Foi bom ver-vos. Foi mesmo bom.
m'A
P.S. - Parabéns pela NUDA!

Entusiasmo e Apreensão 

Com grande satisfação tenho assitido às inúmeras com que a SIC notícias nos tem honrado sobre o panorama existente no Iraque. Pela procura da notícia, da imparcialidade e pela profundidade das análisea, um merecido OBRIGADO.

21.3.04

Mário Alberto 

Perder tempo a ouvi-lo faz bem à saúde,
Se acham que isto só vai lá à bomba.
Se também quiserem dar um pontapé no bush,
e entregar a mulher dele a um bando de tarados sexuais,
ou forem fâs do Bin Laden.

Enfim, se forem uns sacanas, sigam o Rei Sacana.

Ouvir atentamente as 3 partes da entrevista.
Só quem é inteligente lhe dá ouvidos!
Mudou a minha vida!
La Vache

Greve de Fome - o GANG dos leitores 

Vou deixar aqui uma notícia de um colega vosso, que neste momento, vai no seu 14º dia de greve de fome.
Se não fôr muito incómodo para si, gostaria que lê-se a notícia: ARQUITECTO EM GREVE DE FOME, Luis Teixeira Neves.
Sem mais , os meus cumprimentos....
Maria


20.3.04

Esclarecimento 

Não se devem retirar textos dos blog's.
Muito menos os que não nos pertencem.
Como tal, o ultimo post de La Vache aqui ficará.
No entanto, esclareço nesta oportunidade que não concordo rigorosamente em nada com este ultimo texto e que, rimando com infecto e dejecto fico com o mote para o apelidar de ABJECTO.
La Vache: às vezes não te compreendo. Nem quero.
m'A

Dar importância a quem não devia dar, ou não a devia ter. (e que de facto não tem) 

Não resisto.

Sei que é boa publicidade para o blog dele
Mas caguei.
Não o lia desdo inicio do GANG.
E hoje foi a última.

O Projecto é infecto,
é um dejecto!

LAC é chato
é um carrapato!

La Vache

19.3.04

Claro vs. Monstro Marinho para não falar do Rinoceronte, mais um duelo nos blogs. 

Li isto num comentário do oralc

"Fantástico era ver em cima da ponte uma séria de habitações e de rinocerontes a devorar a cidade.
E do rio vinham monstros marinhos para destruir a cidade.
Isso é que seria fantástico.
Não essa imagem banal da ponte sobre o Tejo...
Tsss...tsss...
Coitado... precisas de comer muita sopa."

Começei por achar cretino, porque é um amigo que manda lá no blog, e respondi torto.
É realmente incrível como o hábito torna tudo banal.
Até monstros marinhos,
e rinocerontes
Banal.

La Vache

18.3.04

(ainda) Desejo Casar-me 

Agora já é tarde.
O desejo casar foi-se.
snif, snif, snif
Assim se foi também um dos melhores arquitectos da blogosfera.
snif, snif, snif
Falo, obviamente de Bernardo Rodrigues…
Ainda a tempo de uma nomeação segue o post em que o próprio se vangloriou.

P.S. – Se é mesmo verdade que ‘o plantel está à venda’, vem daí Bernardo, junta-te à festa da arquitectura, junta-te, junta-te, junta-te.
O senhor casa-se?
m'A

Trafulhice urbana 

Por estes dias que passam entreguei-me uma vez mais a uma actividade a que há muito me dedico.
Começa com a compra de um qualquer jornal, uma série de telefonemas e depois é só fazer-me passar por um jovem em busca de albergue. Marcam-se umas quantas visitas e estabelece-se para cada uma delas um personagem para mim mesmo.
Assim se vê o interior das casas / escritórios / lojas no mercado de arrendamento, assim se vê o panorama efectivo da qualidade e conservação do património construído de uma cidade, assim se aprende sem preconceitos a realidade transversal das nossas habitações.
Para além de Lisboa, já antes pratiquei esta actividade em Amsterdam e Paris e, acreditem em mim, é uma das mais deslumbrantes formas de descoberta da urbe que conheço.
Partilho,
mas não abusem….
m'A

o Homem com Ó grande 

O hARDbLOG revela-se descendente da ‘escola’ Manuel Vicente.
Possivelmente me engano mas julgo ter lido já antes algo semelhante n’Oprojecto quer por parte do Lourrenço, como por parte do António…. e, novamente passível de estar enganado julgo recordar-me de algo nas palavras de Pedro Jordão.

Do mesmo modo se confessa que se existe algo que une os fundadores deste GrupoArquitectosNoGang, é a mesma admiração por esse pedagogo e amigo, o arq. Manuel Vicente…
Talvez não sejam suas as melhores obras de arquitectura portuguesas mas é seguramente dele um papel maior na transmissão do sentir, pensar e ser arquitectura em Portugal.
Do seu estilo particular decorre com alguma amarga frequência, o esquecimento a que é votado pelo mainstream.
Assisto entusiasmado à abrangência elogiosa a que nesta esfera bloguista tem sido votado.
Conjecturo premiscuamente que quisesse esta voz ser mais uníssona, quisesse ela ser mais concertada e mais não faríamos do que a reposição legítima e humilde do espaço que é devido ao Prof.Manuel Vicente por seu mérito exclusivo.
m'A

Porquê e para quê? 

O Planeta Reboque quer efectuar uma limpezazinha na Mouraria.
Depois de tudo limpinho, o que é que se ganharia?
A reboque desta pergunta deixada no ar, lanço um desafio: o de enumerar 3 vantagens de todo esse dispendioso e inconsequente lifting.
Os comentários ficam uma vez mais em aberto, como aberta fica a possibilidade de alteração da minha opinião.
Até lá, gosto da Mouraria tal qual ela é, tal qual a vejo à noite no Teatro Taborda, tal qual a cheiro do Miradouro da Graça, tal qual a desejo por oposição a toda e qualquer obra da EPUL.
Que tal deixar as coisas tal e qual elas estão?...
m'A

17.3.04

O erro do tunel do Marquês 

1. Lisboa estruturou-se ao longo do século através de uma lógica viária radial.
Sampaio, em articulação com o Governo e através de um PDM que se impõe rever, reestruturou esta lógica, defendendo a passagem a um modelo radio-concentrico.
Neste modelo, se preconiza que dever-se-á construir todas as vias que facilitem a circulação em torno da cidade, para com isto a libertar de atravessamentos que a estrangulem.
Pretendia-se com este novo modelo que as pessoas, independentemente do local onde residam, quando chegados à cidade de Lisboa, a circunscrevam para nela aceder no ponto mais próximo, ao qual desejem aceder. Ainda que se façam mais quilómetros, o tempo de viagem é sempre encurtado.
A geometria é simples e bem se vê que, cumprindo a toda a extensão da cidade a mesma lógica, em limite, se poderia mesmo admitir que o centro dessa geometria poderia ser interditado ao trânsito.

2. A quase completa consumação deste modelo trouxe inegáveis melhorias à cidade como por exemplo algo impensável há uns anos atrás: a quase total inexistência de trânsito pesado dentro da cidade.
Entre CRIL’s, CREL’s, Ponte Vasco da Gama, A12, etc, um eixo se reverte de particular importância: o eixo Norte-Sul.
A este se remete a função de, finalmente, completar a primeira coroa viária de circunvalação, unindo transversalmente todas as saídas(e entradas) na cidade ainda desconexas.

3. O problema particular do Marquês de Pombal é criado pelos residentes na Linha de Cascais. Chegados a Monsanto, não têm praticamente outra opção se não a de se dirigirem directamente ao centro da cidade pois a ligação desta autoestrada ao dito Eixo Norte-sul é um caso simples de Complicação Aguda.
Ao tentar resolver este estrangulamento no Marquês, em vez de se resolver o problema tal qual se apresenta de entrada e saída na Cidade, antes se cria uma disfunção em todo o organismo que cumpre a mesma lógica, fomentando movimentos de atravessamento da cidade e criando uma sobrecarga em muitos e imensos tecidos envolventes, que irão das Avenidas Novas, à Estrela, da Baixa ao Alto do Parque.
Não mais haverá engarrafamentos no Marquês (e quando os haja, estão enterrados o que obviamente tem menos importância política), mas distribuir-se-ão pela cidade sem estrito critério, nem possibilidade de rígido controle, um volume de tráfego que está em absoluto por inventariar
Está claro que isso menos importa ao nosso grandiloquente Edil….
Agora que não importe a quem sofrer com isto, sem ir para a Presidência…
m'A

16.3.04

Aplauso 

Ainda que Santana Lopes não venha a ter outro mérito, há um que já não lhe escapa:
O de, em apenas uma semana ter entupido a cidade inteira com o seu delírio mineiro no Marquês.
Lisboa, organismo vivo, onde interagem metade das células de uma nação está a ser operada ao coração. Ainda que a maladeza residisse nos membros….
O cérebro da distinta metrópole resolveu sem a cedência de títulos ou acções da Operação Coração efectuá-la mesmo.
Resta ver ver se Ela não morre.
Ou se não é decapitada.
(se quiserem eu alisto-me para mercenário da segunda)

O coração da cidade, o tal problema do Marquês, dever-se-ia operar no acesso antiquado entre a A5 e o eixo Norte-Sul. O mal está nas coronárias e não no coração.
Ponto Final.
(vou ler para a cama, volto a isto amanhã)
m'A

A instabilidade da certeza 

Uma cidade igual a tantas outras, se bem que única.
Comboios como tantos e tantos outros,
Um ódio como ainda mais e mais,
Uma bomba (quantas imensas mais haverá?)
Um dia, como todos os outros
Dia de Trabalho como nos parecem ser a maioria

Tudo foi junto, não por obra do acaso,
Mas pela vontade de um grito
Toda a simplicidade de tudo
Explodiu!

O mundo deu em 72horas uma cambalhota
Tanto para leigos como para estrategas
Todas as certezas se desvanecem
E surge de novo um espaço para todas as conjecturas.

Para mim, foi muito simples:
Desde sempre acérrimo detractor da investida militar quer no Iraque, quer no Afeganistão, dei por mim, a ser espanhol como em tantas outras vezes e a querer ir-lhes às fuças!
Fiz bem.
Fiquei calado e não disse a ninguém.
O segredo da minha angústia transformada em raiva morre comigo,
E vocês dela, sabem nada.

P.S. – reparei que sem honrosa excepção todos os blogues falaram da barbárie. Confesso que não li nenhum.
Li apenas o d’Oprojecto, por hábitos distintos que preservo.
Dos ataques, o Lourenço tirou aquilo que melhor entende: d’As Cidades.
E eu(de novo) gostei.
m'A

12.3.04

Sinal de vida, ou nem tanto 

Não queria acordar.
O despertador em voz alarmante ia reportando umas quaisquer notícias
O que mais queria era que se calassem e que por obra do acaso fosse de novo noite.
O que mais queria era que eu dormisse de novo.
Não era. Não foi.
Mais um dia de trabalho.
an ordinary day of this ordinary life:
Acordar, vegetar, comer, lavar, vestir, esfregar, pensar, sair de casa, beber café, apanhar Bus, apanhar Comboio e, entre todas as outras tristes almas ir para o meu ganha pão.

Há muito que julgo que não se perdem os dias no trabalho mas sim no percurso para o trabalho. Em Madrid, provaram-se os meus receios.
Hoje, todas as existências vulgares, sucumbiram à minha tese.
E eu apenas queria que fosse ainda noite.
Queria apenas que eu dormisse de novo.
Não era. Não foi
E levantei-me da cama.
A morte é estranha. A vida muito mais.

Hoje, por demasiados momentos, odiei este mundo que engolimos a cada momento sem dele ter a mais pequena certeza.
Corrijo: a certeza da insignificância das minhas palavras perante a crueldade dos (f)actos.

P.S. – o m’A não está morto. Está de férias ou outra coisa qualquer.
Um abraço imenso para os que têm tido falta dele. …eu sou o primeiro de vocês.
André Albuquerque

8.3.04

O palácio da ventura 

Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busco anelante
O palácio encantado da Ventura!

Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura…
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formosura!

Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado…
Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!

Abrem-se as portas d’ouro com fragor…
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão — e nada mais!

Antero de Quental

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