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24.7.04

OBSTIPAÇÃO 

A obstipação, ou prisão de ventre, é apontada como um dos grandes males da vida moderna. Não sendo um tema agradável, poucos querem falar sobre o assunto e, menos ainda, o assumem como um problema que lhes diga respeito. No entanto, só em Portugal, este problema afecta cerca de dois milhões de pessoas, na sua maioria mulheres, condicionando o seu bem-estar físico e psíquico.Múltiplas causas. A prisão de ventre possui inúmeras causas: uma dieta desregrada com ausência de fibras, ingestão insuficiente de líquidos, falta de exercício, existência de doença intestinal ou mesmo a idade avançada, são as causas mais frequentes.Regra geral, a prisão de ventre é uma disfunção intestinal temporária, sem gravidade que surge como consequência de hábitos de vida. Nestes casos, ingerir alimentos ricos em fibras, beber muita água, comer com calma, evitar uma vida sedentária, fazer diariamente pequenos percursos a pé e praticar regularmente desporto, são factores básicos de correcção para uma reeducação atempada de uma obstipação futura. As Soluções da Boehringer IngelheimNo entanto, são também muitas as situações em que uma dieta específica associada a uma alteração de estilo de vida não é suficiente para solucionar a prisão de ventre, sendo necessário recorrer ao uso de laxantes.Como cada caso é um caso e não há doentes nem problemas iguais, a Boehringer Ingelheim disponibiliza duas soluções, realmente eficazes para todos os tipos de obstipação pois actuam única e exclusivamente no intestino, promovendo o seu correcto funcionamento: Dulcolax® e Guttalax®.A ingestão de uma a duas drageias de Dulcolax® à noite, antes de deitar, proporciona uma defecação normal na manhã seguinte. Dulcolax® está também disponível em supositórios, constituindo estes uma excelente opção para situações agudas de prisão de ventre ou quando se carece de uma solução rápida e eficaz.Por ser em gotas, Guttalax® permite uma maior adaptação posológica a cada caso, sendo ainda mais fácil de dosear. Guttalax® não contém açúcar, podendo ser indicado a diabéticos.
(http://www.boehringer-ingelheim.pt/produtos/produtos_semreceita_obstipacao.html)





 
CONCURSO DE MONTRAS
http://www.dulcolax.pt/pt/Main/concurso/concurso.jsp




O OUTRO GANG 

http://www.ogang.blogsot.com

23.7.04

FOI BOA ESTA CURTA EXPERIENCIA 

DEU PARA APRENDER A PÔR IMAGENS

 
É ASSIM: 

 img src="http://www.example.com/mypicture.jpg"


 

 




...1 

É O QUE DÁ FICAR NO CIDEC SEM TELEMÓVEL...
O BLOGANG ACORDOU...
provavelmente não da forma esperada. paciência.

.G

... 

APLAUDIR...É O MÍNIMO QUE PODEMOS FAZER...

PORQUE ELE É UM VENCEDOR 

 

  

 

PORQUE ELE GOSTA 

 
 
 

 




porque ele é magnifico 



 



 



SÓ PORQUE SIM 











ESTA TB É MUITO BOA 

bola de berlim CLIX

 
Ingredientes:

Para a Massa:

500 g de farinha
25 g de fermento de padeiro
100 g de açúcar
3 ovos
75 g de manteiga
10 g de sal
raspa de ½ limão
1,5 dl de Rum
2 dl de leite morno

Para o Recheio:

5 dl de leite
1 vagem de baunilha
1 colher (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de farinha maisena
175 g de açúcar
4 ovos

Receita:

Retire a manteiga do frigorífico. Pese e divida as quantidades dos ingredientes. Aqueça os 2 dl de leite sem o deixar ferver. Peneire a farinha. Abra os ovos um de cada de vez e junte-os, sem os bater, numa tigela. Lave e raspe a casca de limão. Coloque o óleo na frigideira. Coloque 200 g de farinha numa tigela, abra um buraco ao meio e junte o fermento. Deite um pouco de leite morno e amasse com as pontas dos dedos. Continue a juntar leite morno e amasse muito bem até obter uma massa homogénea. Tape com um pano e deixe levedar até dobrar de volume. Depois da massa levedada, coloque à parte numa tigela grande, a restante farinha e misture o açúcar, os ovos, a manteiga cortada em pedaços, o sal, a raspa de limão e o Rum. Acrescente o fermento levedado e amasse até que a massa se desloque do recipiente. Tape de novo com um pano e deixe levedar novamente. Depois da massa levedada, transfira-a para uma superfície de trabalho polvilhada com a farinha. Amasse-a durante mais alguns minutos e de seguida, forme bolas do tamanho que desejar. Tape-as de novo com um pano e deixe levedar por mais algum tempo. Frite-as em óleo bem quente e quando estiverem douradas de ambos os lados retire-as com o auxílio de uma escumadeira. Deixe-as escorrer sobre um papel absorvente e passe-as depois por açúcar. Para o creme de pasteleiro, leve ao lume o leite com a vagem de baunilha aberta ao meio. Quando levantar fervura, retire do lume e reserve. À parte, misture o açúcar com a farinha maisena, a manteiga em pedaços e os ovos e mexa bem. Retire a vagem de baunilha de leite fervente e verta-o em fio sobre o preparado batendo muito bem. Leve tudo ao lume muito brando, mexendo sempre com uma colher de pau, até que o creme fique espesso. Retire do lume e deixe arrefecer, mexendo de vez em quando. Depois das bolas de berlim fritas e polvilhadas com o açúcar, faça-lhes um corte no sentido longitudinal e recheie com o creme de pasteleiro frio.

Notas:

A massa estará levedada quando o seu volume tiver aumentado para o dobro.
Para que levede mais rapidamente, tape-a com um cobertor e reserve em local morno.
Para ter a certeza de que as bolas de massa estão bem levedadas, pressione-as com um dedo, o buraco que se formou voltará ao normal.
O óleo para fritar as bolas deve estar à temperatura de 170ºC.
Tenha o cuidado de não deixar ferver o creme de pasteleiro para que não se agarre ao fundo do tacho.

ÚLTIMA HORA 

Caldo de Perdiz
 
Ingredientes:
Uma perdiz
1 nabo pequeno
Uma cebola pequena~
4 batatas
100 gr de abóbora
100 gr de cenoura
Nabiças
Banha de porco
Azeite e sal

Preparação:
Descasque, lave e parta o nabo, a cebola, as batatas, a abóbora, a cenoura e coloque tudo numa panela com água. Coloque também a perdiz inteira e deixe cozer tudo muito bem. Quando a perdiz estiver cozida, retire-a e defie-a. Passe o puré, com a varinha mágica, os alimentos que estão na panela e que devem estar bem cozidos. Tempere com a banha de porco, o azeite e sal a gosto. Esfarrape grosseiramente as nabiças. Escalde-as e meta-as na panela do caldo. Adicione a perdiz desfiada e sirva bem quente.

Guia do XXII festival Nacional de Gastronomia de Sant

  


Alheiras com grelos e batatas
 
Ingredientes:
4 alheiras médias
1 molho de grelos de nabo
8 batatas médias
½ cabeça de alho
5 colheres de sopa de azeite
Sal
  

Preparação:
Lave as alheiras e enxugue-as. Escolha os grelos retirando os talos mais duros. Coza-os em água temperada com sal. À parte coza as batatas com pele, lavadas e cortadas ao meio em água com sal.
Entretanto grelhe as alheiras numa chapa bem untada com azeite, picando-as em diversos pontos com uma agulha. Numa frigideira, aqueça o azeite, junte os alhos pisados com as peles. Frite até alourarem.
Retire os alhos, junte os grelos escorridos e salteie para os envolver na gordura. Sirva as alheiras com grelos e as batatas peladas, tudo muito quente.


Dobrada à Vila Franca de Xira
 
Ingredientes:
1 kg de dobrada
½ kg de feijão branco
Duas cenouras
Uma linguiça pequena
1 pimento
Uma cebola grande
2 dentes de alho
Uma folha de louro
4 tomates
Uma colher de banha
1 ramo de salsa
Gotas de piri-piri a gosto

Preparação:
  
Depois de limpa devidamente, a dobrada é lavada com água, sal e limão, posta a cozer juntamente com a linguiça. O feijão branco é cozido à parte.
Faz-se o refogado, cebola picada, tomates limpos de pele e grainhas, o alho, a salsa, o pimento, a banha, a cenoura cortada às rodelas, o louro temperado com o piri-piri; conforme o refogado vai secando acrescenta-se pouco a pouco a água da cozedura da dobrara e do feijão branco. Junta-se a dobrada e o feijão até apurar.

 
Perua à moda do Alentejo
 
Ingredientes:
Uma perua nova de1kg
700 gr de tomates
Duas cebolas grandes
1 pimentão verde
2 dentes de alho
60 gr de banha
0,5 dl de azeite
1 ramo de salsa
Sal e pimenta

  
Preparação:

 Corta-se a perua aos bocados. Picam-se o pimentão verde, a cenoura e os dentes de alho. Juntam-se todos os ingredientes e deita-se tudo num tacho que se leva ao lume fraco para cozer. Serve-se acompanhado com couve flor cozida.

 

Pudim de tâmaras

Ingredientes:
250 gr de açúcar
125 gr de tâmaras
125 ge de amêndoas ou nozes
6 claras
  

Preparação:
  
Bata as claras com o açúcar até ficarem bastante duras. Junte as tâmaras e as amêndoas, previamente picadas. Vaze a massa numa forma de buraco, untada com manteiga, polvilhada com farinha e leve ao forno brando só a alourar. Depois do pudim desenformado, derrame por cima os ovos moles, que são feitos com as gemas que ficaram.

1.6.04

H de Hermann. H de Himmler. H de Heydrich. H de Hitler. H de Hora H. H de Henforcamento. 

Vi hoje no canal H que,
Heramnn Goering . Heinrich Himmler . Reinhhard Heydrich . Adolf Hitler
.

Tiveram muita sorte, pois escaparam na Hora H, ao contrário dos seus compinchas, a um enforcamento após justíssimo, e famosíssimo, processo em Nuremberga.

O enforcamento em questão foi em 90% dos casos dos Nazis executados, mal executado, morrendo o individuo em questão apenas vinte minutos depois do suposto momento, a morte não se devia à coluna partida mas sim à hemorragia, enfim uma verdadeira tortura pré-morte, tal como acontecera aos Judeus.

A minha pergunta é a seguinte:
Terá o incompetente carrasco enforcador sido enforcado, acusado de maus tratos e tortura provocados a prisioneiros de guerra?

La Vache.

27.5.04

ALGUEM PERCEBE? 


DEVO SER EU QUE SOU BURRO!
La Vache.

Pomme est le fruit... 

La Pomme est le fruit défendu qu'Eve a mangé.

Parle "son"

Les Champs contient les Vaches, Les Vaches contient les Champs.


Obrigado
Santiago F.

21.5.04

Ó Manel vai pó Caralho! 


Ja disse!
Ao Manel!
La Vache.

15.5.04

Mandem Mails, Acedo aos pedidos! 




Por um blog que melhor a cada dia,
La Vache.
Quem cala consente!

10.5.04

Primeira reacção no e-mail: 

Mete gajas nuas ó palhaço!!!!!

Ban the comment. 

I win, you lose.

Muito me incomodava a ideia de não poder censurar os comentarios de vocezes!
Assim, e como qualquer bom fascista, optei pela solução extrema.
Sempre quero ver a vossa reacção.
Ou melhor não quero...
Quero mas não quero.
Se quisesse não podia.
Quis não poder.
Querer é não poder.
Poder não querer.

Cerimoniosas felicitações de uma vaca vitoriosa, cujo blog após morte prematura rescucita com uma nobre vingança!!!

Obrigados,
La Vache

Há quem o diga... 

Este blog está morto.
Enterrem-no. Afundem-no.
Submarino ao fundo.
Batalha naval. Mortal.
Jogo chato, água!
Mais uma tentativa, água!
Eu já estaria farto.
Água.Água.Água.
Porta aviões, ilha.

Berlengas ao fundo,
e tudo o mais.
Assim o espero.

Vai ao fundo,
e assim fica.
Água.

La Vache.

5.5.04

Ban the Banner. 








La Vache

Expliquem-me por favor: 

Como é que faço desaparecer a possibilidade de comentar.
La Vache

A partir de hoje: 

Quem me comentar é um filho da puta.
La Vache

27.4.04

La complainte du partisan. 

Les All'mands étaient chez moi
On m'a dit: "Résigne-toi",
Mais je n'ai pas pu.
Et j'ai repris mon arme.

Personne m'a demandé
D'où je viens et où je vais
Vous qui le savez,
Effacez mon passage.

J'ai changé cent fois de nom
J'ai perdu femme et enfant
Mais j'ai tant d'amis
Et j'ai la France entière

Un vieil homme dans un grenier
Pour la nuit nous a cachés
Les All'mands l'ont pris
Il est mort sans surprise

Hier encore nous étions trois
Il ne reste plus que moi
Et je tourne en rond
Dans la prison des frontières

Le vent passe sur les tombes
Et la liberté viendra
On nous oubliera!
Nous rentrerons dans l'ombre.

La Vache.
Gosto de que me odeia. E odeio quem gosta de mim.
Gosto de não dizer nada. Gosto de mim assim.
Odeio armar ao pingaralho. Odeio-me a mim.
Odeio confundir os outros. Gosto disso p'ra mim.
Mimimimimimimimimimimimimimimimimimimim.
Eueueueueueueueueueueueueueueueueu.

Odeio vacas loucas.
Blogs com palavras ocas.
São ovelhas ou orelhas moucas,
Para os comentários das loucas.

La Vache.

Saltei de cabeça para isto. 

Arrependi-me.


Quem te avisa, La Vache É.

O aviso está dado. 

"a vaca vai ter o que merece...
esperem para ver.
Apareçam no BLOGANG primeiro dia de maio."

23.4.04

Ao menino e ao borracho mete deus a mão por baixo. 

Eu bem disse!
La Vache

Deus escreve direito por linhas tortas. 

Eu sempre achei que ele não era lá muito bom da pinha!
La Vache

20.4.04

O Portas tinha afinal razão. Embora não tivesse ficado. 

-Eu se fosse o tal e coiso já me tinha demitido.

Esta frase é dita com pompa, com a pompa do orgulho numa suposta integridade.

-Olha mãe, não concordo com a opinião do professor, demito-me do curso!

-Querida, o patrão está a investir em algo de muito errado, não aguentava e demiti-me.

Louve-se a integridade, pois só a tem quem a pode ter.
E quem a tem assim, no fundo não a tem!

Eu não me demito,
Eu fico. (apenas porque não tenho alternativa)
La Vache.

17.4.04

O monstro mais assustador é o Zombie! 

Ding Dong! The Witch is dead. Which old Witch? The Wicked Witch!
Ding Dong! The Wicked Witch is dead.

Wake up - sleepy head, rub your eyes, get out of bed.
Wake up, the Wicked Witch is dead. She's gone where the goblins go,
Below - below - below. Yo-ho, let's open up and sing and ring the bells out.
Ding Dong' the merry-oh, sing it high, sing it low.
Let them know
The Wicked Witch is dead!

La Vache.

Do grego ao cão. 

O Grego Platão.

Na caverna vêm-se as sombras projectadas,
Por arquitectos? Quem sabe?
São sombras e não a verdade.

Os ciclistas no pelotão.

Nas etapas de montanha, todos tentam a facanha.
No contra-relógio, não há.
É no plano que a unidade faz a força.

Plutão estava no fim.

Já disseram que é vermelho, se fosse amarelo era igual.
Dizem e eu lá acredito, que há um novo planeta.
É a verdade e não sombras.

Pluto é um cão.

Ão-ão.

E eu sou uma vaca.

Muuu.

La Vache.

15.4.04

A saga #1. 

Entro numa praça. Já não é domingo e é primavera, há boas abertas, as flores desabrocham, as saias das miudas sobem, há um positivismo positivo no ar. Caguei nos assentos, vou de pé no autocarro, laranja chanfrado como as paragegens, estas cheias, cheias de pessoas cheias de calor cheias de vontade de ir para casa, e principalmente cheias do patrão ou dos professores.
Quando elas entram, eu saio, não é repulsa, nem medo de multidões. São fluxos diferentes, como qualquer noctivago tenho a sorte de ir nos autocarros vazios.
Mas vazios estão todos, de manhã vazios de vontade, de noite vazios de esperança.
Vontade é vermelha e a esperança é verde. Portugal.

Porque é que não mudam as cores dos autocarros?

muit'Amor.

A neutralidade. 

Sempre a odiei!
A neutralidade indiferente, a do nem me vou chatear.
A neutralidade cínica, a do ele nem merece.
A neutralidade interesseira, a do nem me vou queimar.
A neutralidade escrita, a minha.

Odeio a Suiça! Pronto.

La Vache.

Quem será o triste? 

Quando penso porque escrevo, e escrevo mal acreditem.
Penso porque não escrevo bem.

A escrita não se faz para os outros.
Não sei quem lê isto, e pouco me importa saber.

Há quem escreva para alguem especifico.
Alguem fechado num mundo restrito.

Há quem pense que escreve para o mundo.
Numa incosciente megalómania.

Há quem escreva para si.
E estes são os mais tristes.

La Vache.

14.4.04

Numa ilha 

Hoje é quarta e parece-me domingo...daqueles dias bem cinzentos onde me sinto presa onde quer que vá, pois nada existe, tudo fechado e arrumado.
Estou num lugar onde me sinto assim...não sei se é do lugar ou da minha cabeça mas hoje não estou bem onde estou.
Presa em casa a ver o sol indeciso pela janela, penso em sair mas não consigo. Tenho a barriga às voltas. (Malditas amêndoas...pequenas fantasias que imitam o dito e famoso ovo!)
Sinto-me presa no meu próprio lugar, longe daquilo que me apetece ver e viver. Não, não posso pegar no carro e sair...ainda não inventaram uma estrada "transatlântica"!
Às vezes sinto-me assim...presa na minha ilha, sinto-a profundamente pequena, ainda que não veja o seu começo ou o seu fim! Fico confinada à minha cidade, e hoje à minha casa...agora, ao meu sótão!

mCC

O inicio da saga! 

Avanço por uma rua estreita, surge o trambolho, branco sujo com escorrências diversas, tem uma curva na fachada.
Mas a porta esta fechada, a cadeado, dourado, procura-se a chave mas é domingo, e ao domingo não abre.
A rua alarga, mas tudo continua fechado, mas nem tudo a cadeado, uns vivem no seu café, os chineses na sua loja.
Quando a casa abre a loja fecha, e vice versa, que conversa, dispersa, submersa.
Submersa como ficará a rua estreita que depois alarga, quando as águas subirem, ou melhor, quando as terras descerem.
Isto porque as aguas não sobem, pelo menos foi o que aprendi, o nível do mar é a cota zero.
É assim nas plantas, não nas verdes que essas tem bom senso, mas nas nossas.

Será que as vamos mudar quando as terras subirem?

muit'Amor.

Arquitectura de volta... ou talvez não! 

Gosto do Lux!
Mas não sou só eu!
Pois se fosse,
ele não estava em todo o lado.

Este é a partir de hoje um blog de

O(s) insulto(s) maximo(s)! 

Oh meu ganda cabrão!
Tas aqui tas a levar com o Durão!
Fodeste-me as férias Bagão!
E já agora porque não...
O Marques Mendes é Anão!

La Vache.

As cartas dos leitores. 

Vejo que não foi do vosso agrado a exposição das cartas dos nossos queridos leitores.
Não que não sejam indiscutivelmente elementos escritos de altissima qualidade escrita, de uma coerência atroz.
Com conteudo mordaz e critica feroz!

Garanto:
Não aparecerão de novo!

Tudo pela vossa felicidade.
Com cumprimentos da gerência.

La Vache.

13.4.04

este lugar... 

Há muito tempo que não escrevo para este "nosso" blog.
confesso que nao senti muita falta. Bastava-me apenas visitá-lo e ler as conversas loucamente deliciosas de amigos para amigos.
Confesso que hoje não gostei de ver o nosso blog. Senti que não era o Gang que outrora conheci e visitei. Questionei a sua existência.

mCC

Sou um sacana incosciente! 

La Vache.

Arquitectos de "A" maiusculo. 

Num ano em que as promessas viajam pelas páginas dos jornais e a crise aumenta exponencialmente, apesar de ser sempre desmentida pelos caríssimos superiores deste país de tanga, não sei como se pode falar em Arquitectura de forma tão pragmática. What is Architecture for us? What is Architecture for our political leaders?

Corbusier defendia: “Arquitectura ou Guerra”… Sendo uma atitude megalomaníaca na situação política existente, a frase tinha uma sentido altamente vanguardista, de uma limpeza verbal, e uma coerência irónica surpreendente. Ultimamente, e em especial neste nosso país de “que tanto nos orgulhamos”, somos vistos como: “coitados... os arquitectos... aqueles que têm ideias”

Mas na verdade, é que fomos formados para ter ideias, mas principalmente para ter soluções fortes, resoluções proeminentes perante um problema que se nos coloca. Não é esse o nosso fardo? Não é essa a nossa função? Resolver problemas muitas vezes irresolúveis à primeira vista? Não é essa a nossa profissão? Encontrar uma solução entre tantas existentes da qual nos possamos orgulhar minimamente?

Pois é... Mas não é isso que tem acontecido.

Os nossos Presidentes de Câmara falam em Arquitectos de “A” maísculo... convidam Excelentíssimos Arquitectos (que não vou menosprezar de forma alguma) para resolver os problemas de uma cidade retalhada pelos seus próprios erros. Mas será que serão estes GRANDES ARQUITECTOS que perceberão melhor as problemáticas que se levantam? Serão estes honorários passíveis de serem absorvidos pelo orçamento do estado, pelo orçamento camarário and so on?

Venham eles, gaste-se mais dinheiro... estamos cá para pagar isso mesmo...

Estamos na moda das Torres... realmente faz um sentido incrível construTrem-se torres em Lisboa... que nem sequer é uma cidade de enormes falhas sísmicas e que desde o Marquês de Pombal (vejam lá o tempo que já lá vai) legalmente é condicionada em termos de cérceas exactamente pelo risco de sinistro, pelo risco de cheias junto ao Tejo, pela falta de cultura de torres pelo país... A Sua Kay Architects deve ter sido dos primeiros ateliers com manias destas... claro que todos os projectos foram chumbados na Câmara. Agora vem o Siza, vem o Foster... e o PDM pode LOGICAMENTE ser alterado e a ideia de torre passa a ser fantástica.

O Siza que me desculpe, mas torres com 105m de altura junto à ponte sobre o Tejo (uma perfeita referência urbana para a cidade e, sobretudo, para Alcântara...) cujo tabuleiro de circulação rodoviária se situa à cota 70m, é paga por quem? Quem é que eventualmente acha este projecto, um projecto excelente?

Não me vou estender com o Projecto do Foster em Santos, ou do Gehry no Parque Mayer, porque todos eles são o mesmo caso.

Qual o respeito dado, qual a credibilidade que se pode dar a um PDM se eventualmente este se altera cada vez que alguém se lembra de ter ideias utópicas de torres semeadas, de grandes centos de Artes espalhados pela cidade (Desculpem-me a ironia... mas note-se que Lisboa realmente é muitíssimo dotada para ter este tipo de mega-infraestruturas porque o nosso povo adora cultura, procura-a, paga-a, vive-a! Lol....)

Estamos neste momento a viver a fase de privatizações aos molhos... Faz-se uma Expo 98... Mostra-se ao mundo o que não somos, e quando percebemos que o investimento foi de tal maneira grande face às nossas possibilidades... resolve-se o assunto fugindo dele. “Privatiza-se a cena aos bocados”... Desta vez querem privatizar o oceanário, visto que as receitas de colocar os “putos” a dormir em sacos cama com os peixes não chega para manter a incomportabilidade investida. Outro exemplo ridículo é o pavilhão do conhecimento dos mares... que aluga uma parte para festas de aniversário... que nem comento, não quero mesmo comentar.... convido-os a visitar as instalações... e já agora, reparem no projecto de iluminação secundária...

Mais...Faz-se um euro2004... 10 estádios para um país tão pequeno? Faro terá apenas um jogo, e foi porque estudaram meticulosamente qual o jogo que mandavam lá para baixo... visto que com apenas 3 estádios o Euro funcionava na perfeição... e não vinha a PSP queixar-se da falta de segurança e de controlo que muitos dos jogos do interior vão ter, pela falta de formação da própria PJ/PSP, como pela falta de experiência que as “santas térrinhas” têm perante esta invasão de hooligans, etc...

Retrocedo novamente à questão que me foi colocada numa das nossas mais paradigmáticas Câmaras Municipais: Arquitecto de “A” maísculo...? what is this gentlemen?

Será que não existe um mínimo de orgulho nos nossos caríssimos Arquitectos Portugueses para que se levante tal questão e a resposta seja um silêncio apaziguado entre uma calma impositiva e um terror da palavra que não se diz?

Morre-se por dentro, morre-se de vergonha pelo que se faz? Será esta a via primordial para a nossa “classe” (lol...palavra tão ridícula quando a própria ordem dos arquitectos nada faz para alterar esta ideia).

Redspot.

Uma provocação(zinha)... (escrito há 6 meses) 

Devo ter escolhido o curso errado! Ou então percebi mal o que era ser arquitecta, ou explicaram-me mal!
Como é possível que hajam arquitectos, que mais parecem desenhadores, a quere fazer do 77/77 um cavalo de batalha?
A qualidade na arquitectura não se vê pelos números, vê-se se estiver lá e pronto!
A arquitectura não é uma actividade que se declara nas finanças, é um modo de vida!
A arquitectura não se vende simplesmente, sente-se!
Explica-se! Usa-se!

É triste constatar que a maioria dos arquitectos por esse país fora fez da arquitectura um negócio, na ânsia de passarem de arquitectos a honrosos doutores.
(Os ferraris à porta e os iates na marina nunca fizeram um bom arquitecto!)
Quem disser que não é possível viver da arquitectura, está certo! Do que é possível viver é de projectos de
caca (!), com soluções que não se pode dizer que sejam arquitectónicas porque seria um ultraje a todos aqueles que se esforçam por produzir qualidade!

... E depois têm a ousadia de fazer provas de admissão? Para quê??? Se grande parte dos ditos arquitectos, membros efectivos da Ordem, nunca, sequer, se atreveriam a fazê-las (quanto mais passá-las com aproveitamento...)!
Este é um registo inflamado de uma arquitecta estagiária que, apesar de não ter sido sujeita a qualquer prova de admissão, terá que apresentar um relatório de estágio e que, isso sim, está sujeita a que o dito não seja aprovado!
...Mas aprovado por quem? Quem são esses senhores?
Mais uns arquitectos NÃO sujeitos a esta parafernália de admissões, estágios e afins? Que credibilidade terão?

Mais inflamado fica o discurso quando constatado está que a própria Ordem dos Arquitectos também fez e tenta
fazer um negócio com os estágios e admissões quando anuncia os preços a pagar por escolher a arquitectura
como modo de vida! Vejamos, em Abril o custo do estágio (com entrega do plano) era 45€, em Maio (um mês depois) aumentou para 300€!!!

E agora pergunto-me, se a maioria dos estagiários não é remunerado pelo seu trabalho, como paga estas quantias?? Roubando um banco? Ou roubando a própria Ordem que, por este andar, deve ter os cofres consideravelmente cheios??

Abelhinha Catalina.

La Vache à gauche. 

Tal qual caca pululante, vem a vaca saltitante tentar bufar a diferenciação dos demais. Por pertensamente querer ser uma vaca zero à Gauche (não confundir com Goucha, esse é rabo panilas atraca de poupa abafa a palhinha e leva no O-ring em geral).
Pois é, vaca amiga, não tens puto de razão, não é essa a diferenciação. Temos pena, mas não és o zero à esquerda que queres ser. És sim um zero à DIREITA, apenas arredondamentos, questões de pormenor, te diferenciam, por exemplo, do rei do impor/expor.
A gente vê-se por aí numa qualquer paragem!!!!
As torres do cinza? Ja estão prontas?

Slime

10.4.04

Ovo da pascoa 

Ovo, todos sabemos é do verbo ouvir.
Isto aconteceu através de um processo de alteraçao da escrita devido à fonética.
Antigamente escrevia-se ouvo.

Devido à enorme confusão entre este verbo e o haver esclareço:

Eu hovo, do verbo haver, um dos muitos irregulares da lingua portuguesa.
A diferença é a letra H, e a confusão reside no facto desta não ter som.

Quando eu digo eu hovo
ou quando eu ovo,
não ovo a diferença.

La Vache.


8.4.04

Até nisto alinho pela esquerda, extrema esquerda! 

Um é advogado,
o outro médico,
um outro está no import/export,
e até os há arquitectos-artistas.

Eu sou o zero à esquerda.

Há sempre um em cada grupo!

La Vache.

4.4.04

Eu fico! 



Apesar de apenas garantir
a irregularidade do costume.

Apesar do confronto
habitualmente saudável.

Apesar de tudo,
não fica o queixume.

Apesar de nada,
a pesar fica.

Eu Fico!
E tu voltas!

assim espera:
La Vache.

1.4.04

Money makers! 


. . . . . . . . . . . . . . . . . . .John Paul. . . . . . . .George. . . . . . . . .Ringo.
La Vache

A nobre raça humana. 


Violência potencial. . . . . . . . . .Violência efectiva. . . . . . . . . . .Violêcia Verbal. . . . . . . . . . . !
La Vache

R.I.P. ou ATÉ JÁ 

Nos ultimos 5 meses, este blogue foi um espaço de frequência assídua para mim e comprovadamente para muitas outras pessoas.
Foi um espaço de debate, de inquietação, por vezes de polémica, outras de consensual acordo, espaço de respiração, desabafo, confissão e vinculação.
Ainda que o meu público houvesse sido nulo, a experiência pessoal foi inequivocamente positiva.

Contudo, os mais recentes momentos deste blog, bem como o meu progressivo abandono à regularidade de escrita que tanto me entusiasmava, vieram quanto a mim, a marcar claramente o afastamento dos ideiais a que este GANG, quanto a mim, se propunha.
Julgo então que é tempo de ler, e por ora cessar de escrever.
Certamente voltarei a esta esfera, quando a disponibilidade mo consentir e o ensejo de novo me envolver.

A todos os demais (+ de 15!) GANGsters que aqui postaram um total até agora mais de 250post's!!!, as minhas envergonhadas mas sinceras desculpas, e a garantia de que continuarei a vir aqui diariamente lamber-vos e cheirar o que andam a confessar.
A todos os demais bloguistas ou simplesmente leitores independentes que se habituaram a ver os meus posts com uma regularidade que me orgulha, o meu sincero obrigado!

Eu continuarei acessível aqui, mas é o final deste meu personagem m’A
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